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	<title>A jornada do advogado - Henrique Lima Escritor - Livros e Palestras</title>
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		<title>Olhe para dentro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 23:20:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A jornada do advogado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a experiência de ter estagiado com diferentes perfis de profissionais, analisando os resultados que cada um alcançava, refleti sobre minha própria condição. Primeiramente, como um bom virginiano, classifiquei meus dois primeiros tutores como “técnicos” e o terceiro como “comercial”. Os técnicos com alta qualidade jurídica, porém padecendo com a falta de clientes. O comercial, com incrível habilidade de relacionamento, mas com qualidade mediana. Avaliei ainda o estilo de vida de cada um. Os técnicos com tendência a ficarem mais isolados, realizando leituras, elaborando petições primorosas. Um silêncio absoluto reinando em seus escritórios. O comercial sempre envolto com gente, barulho, conversas, eventos. Ele também lia, mas focado em ementários de jurisprudência, ou seja, focado no prático. Ele me dizia: “Filho, a petição precisa ter os fatos bem descritos e o básico de fundamentação jurídica. O restante é com o juiz.” Ele ainda gostava de citar o brocárdio jurídico “Da mihi factum, dabo tibi ius” (Dá-me os fatos que lhe darei o Direito). Então, analisei sobre com qual perfil eu era mais parecido: o técnico ou o comercial? Evidentemente, o técnico. Minha tendência natural é de me isolar, de ficar recluso lendo. Amo elaborar petições, estudar temas complexos, ensinar, escrever. E é legal saber qual seu perfil, pois evita alguns sofrimentos. Alguns anos mais tarde, quando eu era bem ativo na igreja, por algum tempo fui líder de célula, discipulador de membros e responsável pelo ministério de resgate dos membros que estavam afastados. Até fiz tudo isso bem feito, mas nada [&#8230;]</p>
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<p>Com a experiência de ter estagiado com diferentes perfis de profissionais, analisando os resultados que cada um alcançava, refleti sobre minha própria condição.</p>



<p>Primeiramente, como um bom virginiano, classifiquei meus dois primeiros tutores como “técnicos” e o terceiro como “comercial”. Os técnicos com alta qualidade jurídica, porém padecendo com a falta de clientes. O comercial, com incrível habilidade de relacionamento, mas com qualidade mediana. Avaliei ainda o estilo de vida de cada um. Os técnicos com tendência a ficarem mais isolados, realizando leituras, elaborando petições primorosas. Um silêncio absoluto reinando em seus escritórios. O comercial sempre envolto com gente, barulho, conversas, eventos. Ele também lia, mas focado em ementários de jurisprudência, ou seja, focado no prático. Ele me dizia: “Filho, a petição precisa ter os fatos bem descritos e o básico de fundamentação jurídica. O restante é com o juiz.” Ele ainda gostava de citar o brocárdio jurídico “Da mihi factum, dabo tibi ius” (Dá-me os fatos que lhe darei o Direito).</p>



<p>Então, analisei sobre com qual perfil eu era mais parecido: o técnico ou o comercial? Evidentemente, o técnico. Minha tendência natural é de me isolar, de ficar recluso lendo. Amo elaborar petições, estudar temas complexos, ensinar, escrever. E é legal saber qual seu perfil, pois evita alguns sofrimentos. Alguns anos mais tarde, quando eu era bem ativo na igreja, por algum tempo fui líder de célula, discipulador de membros e responsável pelo ministério de resgate dos membros que estavam afastados. Até fiz tudo isso bem feito, mas nada realmente me atraia. Até que me afastei de tudo isso e me envolvi com o ministério de ensino. Eu preparava as aulas que queriam ministradas nas células, eu lecionava na escola bíblica quando o pastor principal estava ausente. Ministrei alguns seminários específicos. Nisso, meu coração realmente se enchia. Passava facilmente uma noite acordado preparando algum material, mesmo que fosse pedido de última hora.</p>



<p>Acontece que os resultados financeiros dos advogados, pelo menos dos que eu conhecia, que tinham esse perfil, não me atraia. Então, além de ter feito quatro pós-graduações (que na época não era tão acessível quanto hoje), mestrado e iniciado o doutorado (parei durante a pandemia), escrito alguns livros jurídicos – o que faz parte da minha natureza técnica – eu me esforcei em desenvolver as habilidades de relacionamento. Li diversos livros, me coloquei em situações que inicialmente eram desconfortáveis, fiz curso de oratória, de apresentação de alto impacto, de formação de palestrante, de relacionamentos de qualidade, participei de mentorias, hub de negócios, eventos, confrarias entre outros. Tudo para melhorar a capacidade de comunicar o que eu sabia e para conhecer pessoas, criar conexões e aumentar minha rede de contatos.</p>



<p>Hoje eu aprendi a gostar de me socializar, de conhecer gente nova. Chego a dizer que eu preciso estar rodeado de gente para me sentir bem. Mas eu também preciso muito dos meus momentos isolados, lendo e escrevendo para recarregar minhas baterias. Então, não consigo ficar apenas numa ou noutra condição. Por isso, atualmente considero que eu tenho o perfil misto, tanto técnico como comercial.</p>



<p>Outro dia, um conhecido perguntou se eu fosse ele o que eu faria para alavancar a carreira. Ele é uma das pessoas mais hábeis em relacionamento que eu conheço. Naturalmente simpático. Conhece todo mundo. Todos gostam dele. Está sempre em lugares de networking. Então, para mim foi evidente. Sugeri que ele procurasse onde, no mundo tinha os melhores cursos de alta performance técnica na área dele, finanças. Pois o conhecimento que possuía era apenas mediano, porque havia concluído somente a graduação e não era muito adepto de leituras e de estudar. Falei para ele que se além de bom nos relacionamentos ele também se tornasse referência técnica em finanças, seria imbatível. Porém, como eu já imaginava, apenas ouviu o que eu disse e não o fez. Não é fácil para quem tem um talento natural para um aspecto (técnico ou comercial), querer e de fato se empenhar em desenvolver aquilo que falta.</p>



<p>Na advocacia, desenvolver essas duas habilidades é de extrema importância. Se for um exímio conhecedor de alguma área do direito e não souber comunicar o conhecimento que tem, se relacionar com pessoas e vender seu serviço, a maior probabilidade é que acabe por trabalhar para outra pessoa. Então, pelo menos que encontre um sócio que complete nessa carência. Por outro lado, se for um grande “comercial”, mas com baixa qualidade técnica, ficará limitado a causas de baixa complexidade ou sempre dependerá do suporte de alguém mais qualificado. Uma e outra situação não são boas e, regra geral, implicam grandes limitações ao desenvolvimento profissional e ao sucesso financeiro.</p>
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		<title>Observe o entorno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 22:25:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A jornada do advogado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Certa vez, José Saramago escreveu que “aprender com as experiencias dos outros é menos penoso do que aprender com a própria” e eu considero que essa é uma habilidade que demonstra sabedoria de quem a possui. Para consegui-la algumas atitudes são necessárias, primeiramente uma boa dose de humildade. É preciso entender que de todas as pessoas e situações podemos extrair lições, tanto daquilo que podemos tentar fazer igual, como do que devemos evitar em nossas vidas. Além disso, é necessário manter algum grau de introspecção. Não estou dizendo que precisa ser uma pessoa introspectiva, mas que seja atento ao que acontece no entorno de sua vida. O advogado com o qual fiz estágio do início do terceiro semestre até montar meu escritório de advocacia, Dr. João, foi uma lição interessante. Ele tinha um escritório com cerca de vinte pessoas e eu comecei estagiando meio período, na parte da manhã, porém eu gostava tanto daquele lugar e das oportunidades que me proporcionavam que mesmo fora do horário normal eu fazia questão de ir para lá. Passei muitos sábados inteiros e domingos pela manhã com ele. Ele rascunhava as petições à mão ou na máquina de escrever e eu as digitava no computador. Tinha grande liberdade para melhorar e incrementar as petições. Como ele não era tão bom de gramática, ficava feliz com o que eu fazia. Além disso, recheava as peças de ementas mais atualizadas do que as que ele citava. Mas entendo que meu grande diferencial naquele estágio foi que [&#8230;]</p>
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<p>Certa vez, José Saramago escreveu que “aprender com as experiencias dos outros é menos penoso do que aprender com a própria” e eu considero que essa é uma habilidade que demonstra sabedoria de quem a possui. Para consegui-la algumas atitudes são necessárias, primeiramente uma boa dose de humildade. É preciso entender que de todas as pessoas e situações podemos extrair lições, tanto daquilo que podemos tentar fazer igual, como do que devemos evitar em nossas vidas. Além disso, é necessário manter algum grau de introspecção. Não estou dizendo que precisa ser uma pessoa introspectiva, mas que seja atento ao que acontece no entorno de sua vida.</p>



<p>O advogado com o qual fiz estágio do início do terceiro semestre até montar meu escritório de advocacia, Dr. João, foi uma lição interessante. Ele tinha um escritório com cerca de vinte pessoas e eu comecei estagiando meio período, na parte da manhã, porém eu gostava tanto daquele lugar e das oportunidades que me proporcionavam que mesmo fora do horário normal eu fazia questão de ir para lá. Passei muitos sábados inteiros e domingos pela manhã com ele. Ele rascunhava as petições à mão ou na máquina de escrever e eu as digitava no computador. Tinha grande liberdade para melhorar e incrementar as petições. Como ele não era tão bom de gramática, ficava feliz com o que eu fazia. Além disso, recheava as peças de ementas mais atualizadas do que as que ele citava.</p>



<p>Mas entendo que meu grande diferencial naquele estágio foi que enquanto muitas pessoas se limitavam a criticá-lo devido a desorganização financeira e administrativa de seu escritório, o que era real, eu procurei extrair o que ele tinha de bom. Enquanto os outros dois escritórios nos quais eu havia estagiado sofriam com escassez de clientes, apesar de serem bastante organizados, o escritório do Dr. João quase sempre tinha fila de pessoas aguardando para serem atendidas e as pessoas geralmente queriam falar com ele.</p>



<p>O segredo dele era a qualidade no atendimento aos clientes. Logo depois que entrei no escritório, ele deve ter gostado de mim e pedia para eu ficar na sala dele datilografando a parte dos “fatos” das petições enquanto ele atendia os clientes. Pude observar como ele era simpático e atencioso com as pessoas. Dedicava um bom tempo para conversar sobre outros assuntos antes de entrar na necessidade jurídica específica. As pessoas saíam dali se sentindo como se fosse o melhor amigo do Dr. João. E isso não era falso da parte dele. Ele gostava de pessoas ao seu redor. Nunca estava sozinho e eu me aproveitei disso, sempre que podia, fazia questão de acompanhá-lo em associações, clientes ou qualquer outro evento que ele fosse convidado.</p>



<p>Além disso, o Dr. João estava sempre lendo ementários de jurisprudência sobre os mais diversos temas. Ele não era um advogado de uma área apenas. Sobre qualquer assunto jurídico ele tinha um com conhecimento. Dizia para mim que quando o cliente vem para uma consulta você nunca sabe para que lado a conversa vai e algo que começa com um divórcio pode terminar num assunto sobre disputa de terras. Por isso, a importância de ter “cosmovisão jurídica”, ele sempre repetia isso.</p>



<p>Depois de um tempo, ele passou a me chamar até mesmo de filho e me apresentar para algumas pessoas assim, brincando, é claro, mas alguns acreditavam ser verdade. Hoje percebo que de todas as pessoas que por lá passaram, acredito que apenas eu de fato consegui extrair a essência daquilo que ele tinha de maior dom e habilidade: saber realizar um bom atendimento e ter um bom conhecimento jurídico sobre diversos temas.</p>



<p>No livro de Provérbios, há uma passagem que diz: o escravo sábio mandará no filho que envergonhou o pai e também receberá uma parte da herança (Pr. 17:2). Em outro livro já escrevi sobre essa pérola de sabedoria. Considero que o escravo sábio é aquele que de fato aprende o que seu patrão tem de melhor. O melhor que alguém bem-sucedido tem não é e nunca foi o dinheiro ou o patrimônio, mas a mentalidade. A forma de pensar e de agir. De algumas pessoas, o ideal é aprender para fazer o contrário, mas, de outras, aprender para fazer igual e até aprimorar.</p>



<p>Se de fato você quer atingir resultados excepcionais em sua vida profissional, o caminho não é ficar observando e desejando o estilo de vida daqueles que já atingiram o lugar que você um dia quer estar. Talvez alguns deles até já se perderam com distrações que surgem no meio do caminho. Mas precisa tentar entender como pensavam, viviam e agiam antes de romper. Antes de saírem do lugar mediano para a alta performance. Por isso, ler biografia, autobiografia, autoajuda e livros parecidos são de grande importância. Eu não tenho preconceito quanto a isso, porque existe muita coisa boa disponível, com ensinamentos práticos.</p>
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		<title>Se você tiver a mentalidade e as atitudes corretas, vai dar certo.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 19:26:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A jornada do advogado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem estive em reunião com um colega advogado, Dr. Augusto, que atua em estruturação jurídica de investimentos no exterior. Foi a segunda vez que o encontrei, dessa vez no escritório dele e tomei a liberdade de perguntar como foi sua jornada até aquele ponto, pois era evidente que possui grande sucesso profissional e financeiro. Aliás, na primeira vez que o encontrei, isso já ficou nítido, porque foi numa reunião que ele organizou num restaurante de alto padrão em São Paulo, com cerca de doze pessoas, entre elas vice-presidente de banco e outras figuras famosas do meio empresarial. Então, pelo networking dele, já percebi que se tratava de alguém diferenciado. Certa vez li que geralmente as pessoas gostam quando perguntamos sobre sua história e com o Dr. Augusto não foi diferente. Prontamente e com muito entusiasmo contou sobre sua trajetória até ali. Era piloto da Força Aérea brasileira, porém estava insatisfeito com o rumo de sua vida financeira. Então, resolveu voar em outros ares. Decidiu fazer outra faculdade e por exclusão optou por direito. Fez concurso para um Tribunal de Justiça e permaneceu alguns anos como assessor de um magistrado. Esse, por gostar de seu trabalho e notar sua dedicação e capricho, incentivava o Dr. Augusto a realizar concurso para magistratura. Ele até considerou esse caminho, mas por verificar o resultado financeiro que alguns advogados conseguiam e por acreditar no próprio potencial, resolveu empreender na advocacia. Pediu exoneração e começou a advogar inicialmente para os próprios colegas do serviço público, contudo, [&#8230;]</p>
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<p></p>



<p>Ontem estive em reunião com um colega advogado, Dr. Augusto, que atua em estruturação jurídica de investimentos no exterior. Foi a segunda vez que o encontrei, dessa vez no escritório dele e tomei a liberdade de perguntar como foi sua jornada até aquele ponto, pois era evidente que possui grande sucesso profissional e financeiro. Aliás, na primeira vez que o encontrei, isso já ficou nítido, porque foi numa reunião que ele organizou num restaurante de alto padrão em São Paulo, com cerca de doze pessoas, entre elas vice-presidente de banco e outras figuras famosas do meio empresarial. Então, pelo networking dele, já percebi que se tratava de alguém diferenciado.</p>



<p>Certa vez li que geralmente as pessoas gostam quando perguntamos sobre sua história e com o Dr. Augusto não foi diferente. Prontamente e com muito entusiasmo contou sobre sua trajetória até ali.</p>



<p>Era piloto da Força Aérea brasileira, porém estava insatisfeito com o rumo de sua vida financeira. Então, resolveu voar em outros ares. Decidiu fazer outra faculdade e por exclusão optou por direito. Fez concurso para um Tribunal de Justiça e permaneceu alguns anos como assessor de um magistrado. Esse, por gostar de seu trabalho e notar sua dedicação e capricho, incentivava o Dr. Augusto a realizar concurso para magistratura. Ele até considerou esse caminho, mas por verificar o resultado financeiro que alguns advogados conseguiam e por acreditar no próprio potencial, resolveu empreender na advocacia. Pediu exoneração e começou a advogar inicialmente para os próprios colegas do serviço público, contudo, não parou de estudar, buscar novos caminhos, se relacionar e a história foi acontecendo.</p>



<p>Certa vez um amigo dele perguntou se poderia ajudar com um investimento que ele queria realizar nos Estados Unidos. Ainda não tinha o conhecimento necessário. Então, esse foi um ponto crucial de sua carreira. Poderia ter desperdiçado a oportunidade, mesmo porque estava envolvido com outras atividades, mas não foi isso que fez. Como gosta de aprender coisas novas e se interessou pelo desafio, pesquisou, estudou e aprendeu o que precisava naquele momento. Após isso, outros clientes surgiram e hoje chegou aonde está.</p>



<p>O que quero comunicar com essa breve história?</p>



<p>Que não existe uma regra ou um caminho único para o sucesso. O que existem são características que você precisa ter ou desenvolver para alcançar altos resultados.</p>



<p>Aliás, minha história foi bem diferente dessa que contei.</p>



<p>Desde muito cedo quis ser advogado. Até recentemente eu não sabia por que havia escolhido essa profissão, mas outro dia acredito que descobri o motivo da escolha. Por volta dos quatorze anos de idade meu pai começou me levar para ajudar no escritório de factoring e negócios dele. Eu ficava na recepção, atendia telefone, anotava recados e preenchia fichas de clientes. Me lembro que de vez em quando ele recebia no escritório dois advogados que o atendiam e sempre havia grande reverência, elogios e amistosidade. Falava orgulhosamente que eram o Doutor Clineu e o Doutor Jaime. Acredito que esse tratamento especial ficou bem gravado em mim e como um jovem desejoso de agradar e ter a estima do pai, entendi que a advocacia era o caminho.</p>



<p>Definido o alvo, todas minhas escolhas foram coerentes. Não tive segunda ou terceira opção de curso para a graduação. Era direito ou direito. Desde o primeiro dia de aula estagiei em escritório de advocacia. Fiz curso de oratória, redação e tudo o mais que eu entendia ser necessário para a profissão. Nunca fiz e nem pensei em fazer concurso ou em trabalhar fora da advocacia. Formei, passei na primeira prova da OAB – Ordem dos Advogados do Brasil, peguei a “vermelhinha” e cerca de quatro meses depois aluguei uma sala e montei meu próprio escritório.</p>



<p>Contudo, durante muito tempo acreditei que havia alcançado um lugar de algum destaque por conta desse objetivo claro e definido que eu tinha, mas hoje entendo que não, pois, como relatei acima, existem pessoas em situação tão bem quanto ou ainda melhor e que trilharam trajetória bastante diferente.</p>



<p>Sei que advogados que hoje são muito bem-sucedidos e que já foram pipoqueiro, juíz, fotógrafo, militar, empresário, bancário, médico.</p>



<p>Eu não sei a situação em que sua vida profissional se encontra hoje, mas tenho certeza de que isso é irrelevante, porque se está vivo e lendo este texto é porque tem vontade de melhorar sua situação, então, com a mentalidade e atitudes corretas, é possível.</p>
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