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	<title>Vida interior - Henrique Lima Escritor - Livros e Palestras</title>
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		<title>Aliviando o peso da culpa para seguir em frente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2024 12:59:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida interior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que o sentimento de culpa pode ser destrutivo disso não tenho dúvidas, mas como não o ter quando percebemos que fizemos algo de errado? Eu sei que o sentimento de culpa ou remorso (vou tratar como se fossem a mesma coisa) tem importante função quando leva ao arrependimento no sentido de não mais praticar o que se fez de errado e a reparar os prejudicados, na medida do possível. Apesar desse conhecimento, não é fácil conviver e se desapegar desse horrível sentimento. Às vezes me pergunto sobre como Deus enxerga nossos erros, ou melhor, para usar a palavra certa, nossos pecados, isto é, nossas transgressões aos seus mandamentos. Será que Ele é tão rigoroso como nós somos conosco mesmos? Que Ele odeia, abomina e não convive com o pecado, disso não tenho dúvidas, pois é incompatível com sua santidade, mas se Ele é tão intolerante aos pecadores, e todos somos pecadores, como então na história da humanidade Ele já falou e até agiu em favor de pecadores? Desculpe, mas eu não tenho a resposta para isso, porém tenho algumas reflexões que quero compartilhar e talvez nos ajude com algumas pistas. Conta-se que na época medieval havia um homem que estava sofrendo demais pelos pecados que havia cometido. Então procurou seu líder religioso. Esse pediu que escrevesse num papel todos os pecados. Ao ler a lista, o líder começou a rir incessantemente. O senhor que o procurou ficou ofendido, mas depois de um tempo teve a explicação. Foi que o ser [&#8230;]</p>
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<p>Que o sentimento de culpa pode ser destrutivo disso não tenho dúvidas, mas como não o ter quando percebemos que fizemos algo de errado?</p>



<p>Eu sei que o sentimento de culpa ou remorso (vou tratar como se fossem a mesma coisa) tem importante função quando leva ao arrependimento no sentido de não mais praticar o que se fez de errado e a reparar os prejudicados, na medida do possível.</p>



<p>Apesar desse conhecimento, não é fácil conviver e se desapegar desse horrível sentimento.</p>



<p>Às vezes me pergunto sobre como Deus enxerga nossos erros, ou melhor, para usar a palavra certa, nossos pecados, isto é, nossas transgressões aos seus mandamentos. Será que Ele é tão rigoroso como nós somos conosco mesmos? Que Ele odeia, abomina e não convive com o pecado, disso não tenho dúvidas, pois é incompatível com sua santidade, mas se Ele é tão intolerante aos pecadores, e todos somos pecadores, como então na história da humanidade Ele já falou e até agiu em favor de pecadores?</p>



<p>Desculpe, mas eu não tenho a resposta para isso, porém tenho algumas reflexões que quero compartilhar e talvez nos ajude com algumas pistas.</p>



<p>Conta-se que na época medieval havia um homem que estava sofrendo demais pelos pecados que havia cometido. Então procurou seu líder religioso. Esse pediu que escrevesse num papel todos os pecados. Ao ler a lista, o líder começou a rir incessantemente.</p>



<p>O senhor que o procurou ficou ofendido, mas depois de um tempo teve a explicação.</p>



<p>Foi que o ser humano só é capaz de pecar se entrar nele um espírito de tolice. Por isso, ao rir dos pecados, o líder religioso estava atraindo dos céus a misericórdia diante da tolice feita e aliviando a severidade, tornando mais leve o fardo da culpa pelo pecado.</p>



<p>É uma história interessante, se é real, não sei, mas faz lembrar de uma passagem bíblica. Está no capítulo quatro do livro de Jonas.</p>



<p>Jonas (aquele da baleia) estava indignado porque Deus havia usado ele para dizer ao povo de uma grande cidade chamada Nínive que a destruiria por causa de seus pecados se o povo não se arrependesse. Porém, não o fez. Então, Deus o leva a refletir a partir da seguinte questão: como Eu não terei compaixão de um povo que não sabe diferenciar a mão direita da mão esquerda?</p>



<p>Observe que a cidade tinha cento e vinte mil pessoas. Ou seja, não eram pessoas tão ignorantes, mas o que Deus quis dizer é que diante dEle somos todos ignorantes, tolos e inconscientes. Talvez seja essa uma das razões pelas quais Ele simplesmente não nos destrói quando O ofendemos ao contrariar suas ordens, pois diante de sua infinita misericórdia e bondade, Ele tem toda paciência para esperar nossa mudança de atitudes.</p>



<p>Não quero eliminar a gravidade do pecado pelas atitudes que ofendem os mandamentos de Deus, mas essas histórias ajudam a aliviar o sentimento de culpa que pode ser paralisante e impedir de tentarmos escrever uma história diferente.</p>
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		<title>Por que é tão difícil olharmos para dentro de nós mesmos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Aug 2024 23:12:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida interior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já adianto que não sei a resposta, mas isso me intriga e entristece. Por que precisamos perder algo ou alguém importante para sermos despertados para a mudança? Por que precisamos sentir dor e sofrimento para despertar? Certa vez, por insistência de alguém com quem convivia, comecei terapia e então ela me perguntou: “- Você sabe o que precisa melhorar? O que você quer com a terapia?”. Eu realmente não fazia ideia, tanto que apenas dizia para o terapeuta: “quero me tornar uma pessoa melhor”, porém, sem ideia do que precisava de fato mudar, mesmo que já tivesse ouvido diversas vezes. Porém, só depois de um trágico acontecimento e de iniciar um doloroso processo, é que as fichas começaram cair. Ninguém precisava mais falar o que eu tinha que mudar, a dor decorrente da expulsão da zona de conforto me deram uma lucidez espantosa. Outra questão que surge é sobre quais outras áreas também precisam dessa lucidez? À princípio, todas. Mas porque a verdadeira busca e empenho por mudança precisa ser iniciada de forma tão dolorosa? Percebo isso rotineiramente. Pessoas das quais gostamos e para as quais costumamos falar de pontos que precisam melhorar, mas não parece que não entendem e acabam recebendo tudo como crítica e reclamação, sem perceber que não é nada disso, mas apenas um genuíno interesse numa mudança para melhor. É triste a cegueira. Triste porque quando quem está apontando as necessidades de melhorias se cansar e partir para outra, se de fato acontecer a mudança causada [&#8230;]</p>
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<p>Já adianto que não sei a resposta, mas isso me intriga e entristece.</p>



<p>Por que precisamos perder algo ou alguém importante para sermos despertados para a mudança? Por que precisamos sentir dor e sofrimento para despertar?</p>



<p>Certa vez, por insistência de alguém com quem convivia, comecei terapia e então ela me perguntou: “- Você sabe o que precisa melhorar? O que você quer com a terapia?”.</p>



<p>Eu realmente não fazia ideia, tanto que apenas dizia para o terapeuta: “quero me tornar uma pessoa melhor”, porém, sem ideia do que precisava de fato mudar, mesmo que já tivesse ouvido diversas vezes.</p>



<p>Porém, só depois de um trágico acontecimento e de iniciar um doloroso processo, é que as fichas começaram cair. Ninguém precisava mais falar o que eu tinha que mudar, a dor decorrente da expulsão da zona de conforto me deram uma lucidez espantosa.</p>



<p>Outra questão que surge é sobre quais outras áreas também precisam dessa lucidez? À princípio, todas. Mas porque a verdadeira busca e empenho por mudança precisa ser iniciada de forma tão dolorosa?</p>



<p>Percebo isso rotineiramente. Pessoas das quais gostamos e para as quais costumamos falar de pontos que precisam melhorar, mas não parece que não entendem e acabam recebendo tudo como crítica e reclamação, sem perceber que não é nada disso, mas apenas um genuíno interesse numa mudança para melhor.</p>



<p>É triste a cegueira.</p>



<p>Triste porque quando quem está apontando as necessidades de melhorias se cansar e partir para outra, se de fato acontecer a mudança causada pela dor do distanciamento, talvez já não haja mais sentimento e tampouco esperança ou paciência.</p>



<p>&nbsp;O que fazer? Pegar pelos braços, chacoalhar e dizer “desperta!”. Não sei se adiantaria, pois o despertar tem que vir de dentro e geralmente só uma forte emoção é capaz de fazê-lo.</p>



<p>Não é sem motivo que o Rei Salomão, no auge de sua sabedoria, disse: “Melhor é a mágoa do que o riso, porque com a tristeza do rosto se faz melhor o coração” (Eclesiastes 7:3).</p>
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		<title>A felicidade é uma decisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 02:22:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida interior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estado de felicidade não está vinculado às circunstâncias externas. Prova disso é que existem as que vivem em situação de miserabilidade e são felizes, enquanto outras vivem em palácios e são infelizes. Conta-se que certa vez um sábio estava ensinando sobre felicidade e de como, para atingi-la, era necessário ser grato a tudo que acontece em nossa vida, não apenas pelas coisas boas, mas igualmente e na mesma intensidade pelas que são aparentemente ruins também, pois tudo provém de Deus e é para nosso bem (duas máximas da fé verdadeira), ainda que hoje não consigamos entender, porém tudo será revelado quando voltarmos para o mundo espiritual. Então, um dos jovens alunos insistiu em questionar sobre como isso seria possível. O sábio o orientou a procurar por um determinado ancião, pois ele teria a resposta. Chegando na casa indicada, encontrou o ancião vivendo com sua família numa extrema pobreza e padecendo com doenças e dificuldades até alimentares. Porém, o ancião constantemente agradecia de modo genuíno a Deus por tudo e estava sempre com o semblante bom. Assim, o jovem contou a razão pela qual estava lá. Após ouvir atentamente o ancião disse: “Agradeço por você ter vindo me visitar e procurar aprender algo comigo, mas acho que deve ter ocorrido algum engano, pois você deveria ter sido enviado a alguém que passa por sofrimentos na vida”. Essa breve história mostra que aquilo no qual nossa mente foca, acaba crescendo e, se não for controlado, poderá afetar nosso estado de ânimo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O estado de felicidade não está vinculado às circunstâncias externas. Prova disso é que existem as que vivem em situação de miserabilidade e são felizes, enquanto outras vivem em palácios e são infelizes.</p>



<p>Conta-se que certa vez um sábio estava ensinando sobre felicidade e de como, para atingi-la, era necessário ser grato a tudo que acontece em nossa vida, não apenas pelas coisas boas, mas igualmente e na mesma intensidade pelas que são aparentemente ruins também, pois tudo provém de Deus e é para nosso bem (duas máximas da fé verdadeira), ainda que hoje não consigamos entender, porém tudo será revelado quando voltarmos para o mundo espiritual. Então, um dos jovens alunos insistiu em questionar sobre como isso seria possível. O sábio o orientou a procurar por um determinado ancião, pois ele teria a resposta. Chegando na casa indicada, encontrou o ancião vivendo com sua família numa extrema pobreza e padecendo com doenças e dificuldades até alimentares. Porém, o ancião constantemente agradecia de modo genuíno a Deus por tudo e estava sempre com o semblante bom. Assim, o jovem contou a razão pela qual estava lá. Após ouvir atentamente o ancião disse: “Agradeço por você ter vindo me visitar e procurar aprender algo comigo, mas acho que deve ter ocorrido algum engano, pois você deveria ter sido enviado a alguém que passa por sofrimentos na vida”.</p>



<p>Essa breve história mostra que aquilo no qual nossa mente foca, acaba crescendo e, se não for controlado, poderá afetar nosso estado de ânimo e o modo de vermos o mundo.</p>



<p>A palavra hebraica para o estado de felicidade é <em>bessimchá</em> e ela é composta pelas mesmas letras da palavra <em>maschashavá</em> que significa pensamento, conforme ensinam os estudiosos Mendel Kalmenson e Zalman Abraham (O povo da palavra, pág. 21).</p>



<p>Se a felicidade está relacionada aos pensamentos e os pensamentos são uma das coisas que de fato podemos controlar, então a felicidade é sim uma decisão. Pode dar trabalho e ser difícil no começo, mas com persistência e força de vontade, é possível ir afastando até eliminar os pensamentos que causam infelicidade e que geralmente estão relacionados àquilo que falta em nossa vida, às perdas, às decepções. Somente assim é possível abrir espaço para pensamentos de esperança, sonhos, projetos, gratidão e fé.</p>



<p>Temos pouco controle sobre as circunstâncias nas quais nascemos ou nas quais estamos envolvidos. Fatalidades, decepções, traições, doenças e perdas fazem parte da dinâmica da vida e acontecem. Às vezes, temos toda ou pelo menos parte da culpa e responsabilidade, ou não. Isso não importa, pois o que já aconteceu, aconteceu.</p>



<p>Aliás, enquanto a palavra <em>bessimchá</em> está relacionada ao estado de felicidade, a palavra <em>simchá</em> está relacionada a alegria. E ela é composta das mesmas letras da palavra <em>shemachá</em> cujo significado está relacionado a “apagamento” ou “rasura”, conforme ensinam os mesmos estudiosos, Kalmenson e Abraham (op. cit, pag. 23).</p>



<p>Da mesma maneira que <em>simchá</em> e <em>shemachá</em> estão relacionadas, para a alegria brotar, é necessário ter sob controle os pensamentos sobre o passado, com suas perdas, derrotas e momentos ruins. É impossível estar com a mente cheia de pensamentos e de lembranças infelizes e ao mesmo tempo desfrutar de alegria.</p>



<p>No Caibalion ensina-se como um dos sete princípios herméticos o mentalismo, com a seguinte máxima: “<em>O todo é mente; o Universo é mental</em>”. E existe uma famosa citação atribuída a Platão que caminha nesse mesmo sentido: “<em>A realidade é criada pela mente. Nos é possível mudar a nossa realidade ao mudar a nossa mente</em>”.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>&#8220;<em>A realidade é criada pela mente. Nos é possível mudar a nossa realidade ao mudar a nossa mente</em>&#8220;</p><cite>Platão</cite></blockquote></figure>



<p>Já Paulo Coelho, certa vez, escreveu que “Esperar é doloroso. Esquecer é doloroso. Mas não saber o que fazer é o pior tipo de sofrimento”.</p>



<p>Então, se a felicidade não está relacionada às circunstâncias externas, mas aos pensamentos que se alojam em nossa mente e refletem na nossa maneira de agir, reagir e encarar a vida, e considerando que somos senhores de nossos pensamentos, se em algum momento perdemos as rédeas deles, o que devemos fazer para não prolongar o sofrimento é nos esforçarmos em retomar o controle daquilo que vagueia pela nossa mente e lutarmos para manter apenas aqueles que de fato serão úteis para nos ajudar a alcançar o lugar de felicidade e bem estar que almejamos.</p>
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