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	<title>H. S. Lima, Autor em Henrique Lima Escritor - Livros e Palestras</title>
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		<title>Antes de aceitar uma proposta, cuidado com as armadilhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2025 13:17:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lições bíblicas para a arte da negociação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o gerente do seu banco pede para você assinar um contrato, não dá um frio na barriga? Tantas páginas, cláusulas, capítulos, palavras estranhas&#8230; Havia um apresentador de televisão na cidade onde nasci que dizia: “Não assine nada sem ler!”. Mas, e quando lemos e não entendemos? Pois é, seu receio é justificado, pois os perigos existem e, em algumas ocasiões, podem ser mortais — para sua vida financeira, para seu empreendimento, para sua família. Então, cuidado. Recebeu uma proposta? Tenha por hábito mapear os riscos — especialmente se a pessoa que a apresentou tem um histórico duvidoso (como é a realidade, por exemplo, de todos os bancos&#8230;) e, principalmente, se você não conhece aquilo que estão oferecendo. Certa vez, na história, essa falta de cuidado custou a vida de todos os homens de uma região. Aconteceu por volta de 1.750 a.C., na região de Siquém — atualmente, Cisjordânia, ao norte de Israel. Hamor, rei da cidade de Siquém, atendendo ao pedido de seu filho, pediu a Jacó e seus filhos que aceitassem que suas filhas se casassem com eles, e vice-versa, pois seu filho estava apaixonado por Diná, filha de Jacó. Ofereceram riquezas, propriedades e tudo o que quisessem. Porém, os filhos de Jacó, astuciosamente, disseram que poderiam atender ao pedido de casamentos entre os povos, desde que todos os homens de Siquém fossem circuncidados, como eles próprios, os israelitas, eram. Sem avaliar com cuidado a proposta, consideraram-na boa, e Hamor e seu filho convenceram o povo de Siquém [&#8230;]</p>
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<p>Quando o gerente do seu banco pede para você assinar um contrato, não dá um frio na barriga? Tantas páginas, cláusulas, capítulos, palavras estranhas&#8230; Havia um apresentador de televisão na cidade onde nasci que dizia: “Não assine nada sem ler!”. Mas, e quando lemos e não entendemos? Pois é, seu receio é justificado, pois os perigos existem e, em algumas ocasiões, podem ser mortais — para sua vida financeira, para seu empreendimento, para sua família. Então, cuidado.</p>



<p>Recebeu uma proposta? Tenha por hábito mapear os riscos — especialmente se a pessoa que a apresentou tem um histórico duvidoso (como é a realidade, por exemplo, de todos os bancos&#8230;) e, principalmente, se você não conhece aquilo que estão oferecendo.</p>



<p>Certa vez, na história, essa falta de cuidado custou a vida de todos os homens de uma região. Aconteceu por volta de 1.750 a.C., na região de Siquém — atualmente, Cisjordânia, ao norte de Israel.</p>



<p>Hamor, rei da cidade de Siquém, atendendo ao pedido de seu filho, pediu a Jacó e seus filhos que aceitassem que suas filhas se casassem com eles, e vice-versa, pois seu filho estava apaixonado por Diná, filha de Jacó.</p>



<p>Ofereceram riquezas, propriedades e tudo o que quisessem. Porém, os filhos de Jacó, astuciosamente, disseram que poderiam atender ao pedido de casamentos entre os povos, desde que todos os homens de Siquém fossem circuncidados, como eles próprios, os israelitas, eram.</p>



<p>Sem avaliar com cuidado a proposta, consideraram-na boa, e Hamor e seu filho convenceram o povo de Siquém a aceitá-la. Caíram na armadilha. Como está escrito em Provérbios 22:3: <strong>“O prudente percebe o perigo e busca refúgio; o inexperiente segue em frente e sofre as consequências.”</strong> Nesse caso, as consequências chegaram em pouco tempo.</p>



<p>No terceiro dia após a circuncisão — quando a dor e a limitação de movimentos estão no auge — Simeão e Levi foram a Siquém e, com suas espadas, mataram todos os homens daquele povo. Depois, saquearam seus bens e levaram suas crianças e mulheres como cativas.</p>



<p>Ora, mas Hamor, seu filho e o povo de Siquém tinham motivos para desconfiar da proposta que receberam? Tinham, e motivos muito fortes. Aliás, mesmo que não os tivessem, deveriam ter sido mais cautelosos — mas, nesse caso, os motivos gritavam.</p>



<p>Em primeiro lugar, só o fato de a proposta ter vindo dos filhos de Jacó — que tinham um histórico de astúcia e trapaça — já seria suficiente. É só lembrar que ele comprou o direito de primogenitura de seu irmão mais velho com um prato de lentilhas e recebeu a bênção de seu pai passando-se por esse mesmo irmão. E na época já existia a tal da fofoca, então é bem provável que essas histórias fossem conhecidas. Além disso, o próprio significado de seu nome indica sua personalidade: usurpador, enganador. Isso já é motivo mais que suficiente para avaliar com cuidado qualquer proposta vinda dele e de seus filhos.</p>



<p>Se, atualmente, uma empresa chamada “Trapaceiros” te fizer uma proposta, você confiaria sem muita cautela?</p>



<p>Mas existia um motivo ainda mais forte — e que, por si só, já deveria ter levado os homens de Siquém a estudar minuciosamente qualquer proposta — ou, quem sabe, a se prepararem para uma guerra, e não para uma celebração: o príncipe de Siquém havia estuprado a filha de Jacó, Diná.</p>



<p>Nessas circunstâncias, era esperada — e até aceitável — uma reação violenta por parte da família de Diná.</p>



<p>Após o estupro que cometeu, o príncipe de Siquém disse ter se apaixonado pela vítima e, por isso, quis se casar com ela. Acredito que isso seja realmente verdade, pois estar emocionalmente vulnerável faz com que as pessoas deixem de ser cautelosas e objetivas. Aliás, no mundo dos negócios, o fator emocional é elemento crucial. Muitos bons — e maus — negócios são feitos tendo como pano de fundo a paixão, a raiva, o orgulho, a ansiedade, a tristeza, entre outros estados mentais.</p>



<p>Ora, se o príncipe de Siquém havia estuprado a filha de um líder conhecido por suas trapaças, cujo nome significa “astuto”, foi muita ingenuidade aceitarem aquela proposta.</p>



<p>Aliás, não é sem motivo que o nome <strong>Hamor</strong>, que em hebraico é <strong>Chamôr</strong>, significa literalmente <strong>“jumento”</strong>. É isso mesmo: o animal que conhecemos como jumento, em hebraico, é <strong>chamôr</strong>.</p>



<p>Curioso, né?</p>



<p>Poderia o encontro entre o Astuto e o Jumento terminar de modo diferente?</p>



<p>Talvez, se o rei Salomão já tivesse escrito o provérbio <strong>“O ingênuo acredita em tudo o que dizem, mas o prudente examina bem seus passos” (Pv 14:15)</strong> — e eles tivessem seguido esse conselho —, não teriam caído na cilada preparada pelos filhos do “Astuto”.</p>



<p>Seja prudente em seus negócios, acordos, contratos, alianças, relações e tudo o mais. Avalie com cuidado e, se não possui a experiência ou o conhecimento necessário, peça — ou contrate — a ajuda de alguém que possa te orientar, especialmente quando quem está fazendo a proposta conhece bem os detalhes e você não. Afinal, ninguém quer ser lembrado como um <strong>“chamôr”.</strong></p>
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		<title>Negócios bons aparecem: aprenda com Jacó!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2025 15:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lições bíblicas para a arte da negociação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As oportunidades no mundo dos negócios Gosto de observar como surgem as boas oportunidades no mundo dos negócios: pessoas que compram coisas valiosas por preços módicos; empreendimentos que se tornam grandes investimentos; imóveis e veículos negociados a valores inacreditáveis, às vezes, bons demais para o comprador, outras para o vendedor. O que move o mundo dos negócios?Por que uma pessoa venderia barato algo?Por que alguém pagaria um preço acima do mercado? Pelo que noto, as necessidades geram as oportunidades. Pessoas que precisam de dinheiro e, por isso, “queimam” bens valiosos; outras que precisam resolver determinada situação e compram a valor acima do mercado. O mundo é assim, frio e cruel. As pessoas estão para fazer negócios. Talvez você acredite que isso é ser “oportunista” e, por isso, só vá pagar o preço de mercado, que você acha justo. Então, com essa mentalidade, saiba que você não é alguém do business. A coragem de agir mesmo em tempos incertos Em Provérbios 20:4, a sabedoria milenar afirma:“O preguiçoso não lavrará por causa do inverno, pelo que mendigará na sega e nada receberá.” Ou seja, deixar de fazer negócios para evitar as dificuldades e riscos, esperando sempre condições, projetos ou o momento ideal, faz com que se percam as chances que a vida oferece. No mundo dos negócios, precisamos de coragem para semear mesmo nos tempos incertos e confiança para colher no tempo certo. Não é injustiça, é visão de oportunidade Não se trata de ser injusto, mas de aproveitar oportunidades. Pagar dez [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://henriquelimaescritor.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ChatGPT-Image-26-de-abr.-de-2025-12_10_08-1.jpg" alt="" class="wp-image-4670" style="width:448px;height:auto" srcset="https://henriquelimaescritor.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ChatGPT-Image-26-de-abr.-de-2025-12_10_08-1.jpg 1024w, https://henriquelimaescritor.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ChatGPT-Image-26-de-abr.-de-2025-12_10_08-1-300x300.jpg 300w, https://henriquelimaescritor.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ChatGPT-Image-26-de-abr.-de-2025-12_10_08-1-150x150.jpg 150w, https://henriquelimaescritor.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ChatGPT-Image-26-de-abr.-de-2025-12_10_08-1-768x768.jpg 768w, https://henriquelimaescritor.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ChatGPT-Image-26-de-abr.-de-2025-12_10_08-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading">As oportunidades no mundo dos negócios</h2>



<p>Gosto de observar como surgem as boas oportunidades no mundo dos negócios: pessoas que compram coisas valiosas por preços módicos; empreendimentos que se tornam grandes investimentos; imóveis e veículos negociados a valores inacreditáveis, às vezes, bons demais para o comprador, outras para o vendedor.</p>



<p>O que move o mundo dos negócios?<br>Por que uma pessoa venderia barato algo?<br>Por que alguém pagaria um preço acima do mercado?</p>



<p>Pelo que noto, as necessidades geram as oportunidades. Pessoas que precisam de dinheiro e, por isso, “queimam” bens valiosos; outras que precisam resolver determinada situação e compram a valor acima do mercado. O mundo é assim, frio e cruel. As pessoas estão para fazer negócios.</p>



<p>Talvez você acredite que isso é ser “oportunista” e, por isso, só vá pagar o preço de mercado, que você acha justo. Então, com essa mentalidade, saiba que você não é alguém do business.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A coragem de agir mesmo em tempos incertos</h2>



<p>Em Provérbios 20:4, a sabedoria milenar afirma:<br>“O preguiçoso não lavrará por causa do inverno, pelo que mendigará na sega e nada receberá.”</p>



<p>Ou seja, deixar de fazer negócios para evitar as dificuldades e riscos, esperando sempre condições, projetos ou o momento ideal, faz com que se percam as chances que a vida oferece. No mundo dos negócios, precisamos de coragem para semear mesmo nos tempos incertos e confiança para colher no tempo certo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Não é injustiça, é visão de oportunidade</h2>



<p>Não se trata de ser injusto, mas de aproveitar oportunidades. Pagar dez por cento do valor de mercado de algo talvez realmente seja pouco demais, mas pagar metade ou perto disso pode ser considerado uma oportunidade de negócio, pois o outro lado quer o que você, com muito esforço, conquistou — seja seu dinheiro, se ele quer lhe vender algo, ou algum bem, caso ele queira comprar algo seu.</p>



<p>No Código Civil brasileiro, existe um artigo que prevê o chamado Instituto da Lesão, segundo o qual um negócio poderá ser anulado se houver manifesta desproporção e uma das partes tiver agido sob premente necessidade ou inexperiência.</p>



<p>Não existe um número fixo para determinar se houve ou não lesão, mas os tribunais costumam entender que cinquenta por cento é um bom parâmetro (pagar 50% a mais ou a menos por um bem ou serviço, por exemplo); contudo, precisam ser avaliadas as circunstâncias do negócio.</p>



<p>Agora, deixando de lado situações extremas, em nossa sociedade, todos os dias há pessoas precisando vender rápido algo e outras precisando de um determinado bem ou serviço. Nisso surgem as oportunidades.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O senso de oportunidade dos sábios</h2>



<p>Salomão, em sua imensa sabedoria, disse:<br>“O filho sábio ajunta no verão, mas o filho que dorme na sega é filho que envergonha.” (Provérbios 10:5)</p>



<p>Essa passagem indica o senso de oportunidade que caracteriza uma pessoa sábia. Estar atento às “estações” certas faz toda a diferença entre colher bons frutos ou perder boas oportunidades.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O exemplo de Jacó: sabedoria em ação</h2>



<p>Vamos aprender com um dos patriarcas do Antigo Testamento: Jacó, filho de Isaque e neto de Abraão.</p>



<p>Naqueles tempos, ser o filho mais velho significava algo muito importante: benefícios e obrigações relevantes. Recebia porção dobrada da herança, assumia a liderança da família e recebia a bênção patriarcal (com efeitos proféticos espirituais relevantes), mas deveria cuidar da família e protegê-la. Ou seja, era algo valioso.</p>



<p>Isaque tinha dois filhos gêmeos, mas com perfis bastante diferentes:<br>&#8211; Esaú, homem forte, voltado à caça e à aventura, impulsivo, emocional, espontâneo — o preferido do pai.<br>&#8211; Jacó, homem mais pacato, que gostava de ficar na tenda (em casa), astuto, calculista, planejador, paciente — o preferido da mãe.</p>



<p>Em certa ocasião, Esaú voltara do campo e estava exausto de fome. Jacó acabara de preparar um ensopado. Então, Esaú pediu para comer, e Jacó percebeu uma oportunidade: propôs que Esaú vendesse seus direitos de primogenitura (de filho mais velho) em troca do ensopado. Esaú, impulsivamente, aceitou.</p>



<p>Muitos desdobramentos aconteceram a partir desse evento, mas o fato é que Jacó recebeu a bênção patriarcal. Num certo momento, teve um encontro com um anjo, e seu nome foi mudado para Israel — e o restante é história.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A realidade das negociações</h2>



<p>Em Provérbios 20:14 está escrito:<br>“Está muito caro — diz o comprador, mas depois sai e se gaba de ter feito um ótimo negócio.”</p>



<p>Não importa se você acredita que isso é certo ou errado: o fato é que essa é a realidade das negociações. Ambos os lados querem fazer um bom negócio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão: esteja atento às oportunidades</h2>



<p>Fique atento ao seu redor: sempre há oportunidades. Pode ser alguém que precisa comprar ou contratar um serviço que você pode realizar, ou então alguém precisando vender algo.</p>



<p>Os negócios movem o mundo, geram riquezas.</p>
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		<title>Aliviando o peso da culpa para seguir em frente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2024 12:59:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida interior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que o sentimento de culpa pode ser destrutivo disso não tenho dúvidas, mas como não o ter quando percebemos que fizemos algo de errado? Eu sei que o sentimento de culpa ou remorso (vou tratar como se fossem a mesma coisa) tem importante função quando leva ao arrependimento no sentido de não mais praticar o que se fez de errado e a reparar os prejudicados, na medida do possível. Apesar desse conhecimento, não é fácil conviver e se desapegar desse horrível sentimento. Às vezes me pergunto sobre como Deus enxerga nossos erros, ou melhor, para usar a palavra certa, nossos pecados, isto é, nossas transgressões aos seus mandamentos. Será que Ele é tão rigoroso como nós somos conosco mesmos? Que Ele odeia, abomina e não convive com o pecado, disso não tenho dúvidas, pois é incompatível com sua santidade, mas se Ele é tão intolerante aos pecadores, e todos somos pecadores, como então na história da humanidade Ele já falou e até agiu em favor de pecadores? Desculpe, mas eu não tenho a resposta para isso, porém tenho algumas reflexões que quero compartilhar e talvez nos ajude com algumas pistas. Conta-se que na época medieval havia um homem que estava sofrendo demais pelos pecados que havia cometido. Então procurou seu líder religioso. Esse pediu que escrevesse num papel todos os pecados. Ao ler a lista, o líder começou a rir incessantemente. O senhor que o procurou ficou ofendido, mas depois de um tempo teve a explicação. Foi que o ser [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Que o sentimento de culpa pode ser destrutivo disso não tenho dúvidas, mas como não o ter quando percebemos que fizemos algo de errado?</p>



<p>Eu sei que o sentimento de culpa ou remorso (vou tratar como se fossem a mesma coisa) tem importante função quando leva ao arrependimento no sentido de não mais praticar o que se fez de errado e a reparar os prejudicados, na medida do possível.</p>



<p>Apesar desse conhecimento, não é fácil conviver e se desapegar desse horrível sentimento.</p>



<p>Às vezes me pergunto sobre como Deus enxerga nossos erros, ou melhor, para usar a palavra certa, nossos pecados, isto é, nossas transgressões aos seus mandamentos. Será que Ele é tão rigoroso como nós somos conosco mesmos? Que Ele odeia, abomina e não convive com o pecado, disso não tenho dúvidas, pois é incompatível com sua santidade, mas se Ele é tão intolerante aos pecadores, e todos somos pecadores, como então na história da humanidade Ele já falou e até agiu em favor de pecadores?</p>



<p>Desculpe, mas eu não tenho a resposta para isso, porém tenho algumas reflexões que quero compartilhar e talvez nos ajude com algumas pistas.</p>



<p>Conta-se que na época medieval havia um homem que estava sofrendo demais pelos pecados que havia cometido. Então procurou seu líder religioso. Esse pediu que escrevesse num papel todos os pecados. Ao ler a lista, o líder começou a rir incessantemente.</p>



<p>O senhor que o procurou ficou ofendido, mas depois de um tempo teve a explicação.</p>



<p>Foi que o ser humano só é capaz de pecar se entrar nele um espírito de tolice. Por isso, ao rir dos pecados, o líder religioso estava atraindo dos céus a misericórdia diante da tolice feita e aliviando a severidade, tornando mais leve o fardo da culpa pelo pecado.</p>



<p>É uma história interessante, se é real, não sei, mas faz lembrar de uma passagem bíblica. Está no capítulo quatro do livro de Jonas.</p>



<p>Jonas (aquele da baleia) estava indignado porque Deus havia usado ele para dizer ao povo de uma grande cidade chamada Nínive que a destruiria por causa de seus pecados se o povo não se arrependesse. Porém, não o fez. Então, Deus o leva a refletir a partir da seguinte questão: como Eu não terei compaixão de um povo que não sabe diferenciar a mão direita da mão esquerda?</p>



<p>Observe que a cidade tinha cento e vinte mil pessoas. Ou seja, não eram pessoas tão ignorantes, mas o que Deus quis dizer é que diante dEle somos todos ignorantes, tolos e inconscientes. Talvez seja essa uma das razões pelas quais Ele simplesmente não nos destrói quando O ofendemos ao contrariar suas ordens, pois diante de sua infinita misericórdia e bondade, Ele tem toda paciência para esperar nossa mudança de atitudes.</p>



<p>Não quero eliminar a gravidade do pecado pelas atitudes que ofendem os mandamentos de Deus, mas essas histórias ajudam a aliviar o sentimento de culpa que pode ser paralisante e impedir de tentarmos escrever uma história diferente.</p>
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		<title>Por que é tão difícil olharmos para dentro de nós mesmos?</title>
		<link>https://henriquelimaescritor.com.br/por-que-e-tao-dificil-olharmos-para-dentro-de-nos-mesmos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Aug 2024 23:12:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida interior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já adianto que não sei a resposta, mas isso me intriga e entristece. Por que precisamos perder algo ou alguém importante para sermos despertados para a mudança? Por que precisamos sentir dor e sofrimento para despertar? Certa vez, por insistência de alguém com quem convivia, comecei terapia e então ela me perguntou: “- Você sabe o que precisa melhorar? O que você quer com a terapia?”. Eu realmente não fazia ideia, tanto que apenas dizia para o terapeuta: “quero me tornar uma pessoa melhor”, porém, sem ideia do que precisava de fato mudar, mesmo que já tivesse ouvido diversas vezes. Porém, só depois de um trágico acontecimento e de iniciar um doloroso processo, é que as fichas começaram cair. Ninguém precisava mais falar o que eu tinha que mudar, a dor decorrente da expulsão da zona de conforto me deram uma lucidez espantosa. Outra questão que surge é sobre quais outras áreas também precisam dessa lucidez? À princípio, todas. Mas porque a verdadeira busca e empenho por mudança precisa ser iniciada de forma tão dolorosa? Percebo isso rotineiramente. Pessoas das quais gostamos e para as quais costumamos falar de pontos que precisam melhorar, mas não parece que não entendem e acabam recebendo tudo como crítica e reclamação, sem perceber que não é nada disso, mas apenas um genuíno interesse numa mudança para melhor. É triste a cegueira. Triste porque quando quem está apontando as necessidades de melhorias se cansar e partir para outra, se de fato acontecer a mudança causada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Já adianto que não sei a resposta, mas isso me intriga e entristece.</p>



<p>Por que precisamos perder algo ou alguém importante para sermos despertados para a mudança? Por que precisamos sentir dor e sofrimento para despertar?</p>



<p>Certa vez, por insistência de alguém com quem convivia, comecei terapia e então ela me perguntou: “- Você sabe o que precisa melhorar? O que você quer com a terapia?”.</p>



<p>Eu realmente não fazia ideia, tanto que apenas dizia para o terapeuta: “quero me tornar uma pessoa melhor”, porém, sem ideia do que precisava de fato mudar, mesmo que já tivesse ouvido diversas vezes.</p>



<p>Porém, só depois de um trágico acontecimento e de iniciar um doloroso processo, é que as fichas começaram cair. Ninguém precisava mais falar o que eu tinha que mudar, a dor decorrente da expulsão da zona de conforto me deram uma lucidez espantosa.</p>



<p>Outra questão que surge é sobre quais outras áreas também precisam dessa lucidez? À princípio, todas. Mas porque a verdadeira busca e empenho por mudança precisa ser iniciada de forma tão dolorosa?</p>



<p>Percebo isso rotineiramente. Pessoas das quais gostamos e para as quais costumamos falar de pontos que precisam melhorar, mas não parece que não entendem e acabam recebendo tudo como crítica e reclamação, sem perceber que não é nada disso, mas apenas um genuíno interesse numa mudança para melhor.</p>



<p>É triste a cegueira.</p>



<p>Triste porque quando quem está apontando as necessidades de melhorias se cansar e partir para outra, se de fato acontecer a mudança causada pela dor do distanciamento, talvez já não haja mais sentimento e tampouco esperança ou paciência.</p>



<p>&nbsp;O que fazer? Pegar pelos braços, chacoalhar e dizer “desperta!”. Não sei se adiantaria, pois o despertar tem que vir de dentro e geralmente só uma forte emoção é capaz de fazê-lo.</p>



<p>Não é sem motivo que o Rei Salomão, no auge de sua sabedoria, disse: “Melhor é a mágoa do que o riso, porque com a tristeza do rosto se faz melhor o coração” (Eclesiastes 7:3).</p>
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		<title>A felicidade é uma decisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 02:22:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida interior]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://henriquelimaescritor.com.br/?p=4650</guid>

					<description><![CDATA[<p>O estado de felicidade não está vinculado às circunstâncias externas. Prova disso é que existem as que vivem em situação de miserabilidade e são felizes, enquanto outras vivem em palácios e são infelizes. Conta-se que certa vez um sábio estava ensinando sobre felicidade e de como, para atingi-la, era necessário ser grato a tudo que acontece em nossa vida, não apenas pelas coisas boas, mas igualmente e na mesma intensidade pelas que são aparentemente ruins também, pois tudo provém de Deus e é para nosso bem (duas máximas da fé verdadeira), ainda que hoje não consigamos entender, porém tudo será revelado quando voltarmos para o mundo espiritual. Então, um dos jovens alunos insistiu em questionar sobre como isso seria possível. O sábio o orientou a procurar por um determinado ancião, pois ele teria a resposta. Chegando na casa indicada, encontrou o ancião vivendo com sua família numa extrema pobreza e padecendo com doenças e dificuldades até alimentares. Porém, o ancião constantemente agradecia de modo genuíno a Deus por tudo e estava sempre com o semblante bom. Assim, o jovem contou a razão pela qual estava lá. Após ouvir atentamente o ancião disse: “Agradeço por você ter vindo me visitar e procurar aprender algo comigo, mas acho que deve ter ocorrido algum engano, pois você deveria ter sido enviado a alguém que passa por sofrimentos na vida”. Essa breve história mostra que aquilo no qual nossa mente foca, acaba crescendo e, se não for controlado, poderá afetar nosso estado de ânimo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O estado de felicidade não está vinculado às circunstâncias externas. Prova disso é que existem as que vivem em situação de miserabilidade e são felizes, enquanto outras vivem em palácios e são infelizes.</p>



<p>Conta-se que certa vez um sábio estava ensinando sobre felicidade e de como, para atingi-la, era necessário ser grato a tudo que acontece em nossa vida, não apenas pelas coisas boas, mas igualmente e na mesma intensidade pelas que são aparentemente ruins também, pois tudo provém de Deus e é para nosso bem (duas máximas da fé verdadeira), ainda que hoje não consigamos entender, porém tudo será revelado quando voltarmos para o mundo espiritual. Então, um dos jovens alunos insistiu em questionar sobre como isso seria possível. O sábio o orientou a procurar por um determinado ancião, pois ele teria a resposta. Chegando na casa indicada, encontrou o ancião vivendo com sua família numa extrema pobreza e padecendo com doenças e dificuldades até alimentares. Porém, o ancião constantemente agradecia de modo genuíno a Deus por tudo e estava sempre com o semblante bom. Assim, o jovem contou a razão pela qual estava lá. Após ouvir atentamente o ancião disse: “Agradeço por você ter vindo me visitar e procurar aprender algo comigo, mas acho que deve ter ocorrido algum engano, pois você deveria ter sido enviado a alguém que passa por sofrimentos na vida”.</p>



<p>Essa breve história mostra que aquilo no qual nossa mente foca, acaba crescendo e, se não for controlado, poderá afetar nosso estado de ânimo e o modo de vermos o mundo.</p>



<p>A palavra hebraica para o estado de felicidade é <em>bessimchá</em> e ela é composta pelas mesmas letras da palavra <em>maschashavá</em> que significa pensamento, conforme ensinam os estudiosos Mendel Kalmenson e Zalman Abraham (O povo da palavra, pág. 21).</p>



<p>Se a felicidade está relacionada aos pensamentos e os pensamentos são uma das coisas que de fato podemos controlar, então a felicidade é sim uma decisão. Pode dar trabalho e ser difícil no começo, mas com persistência e força de vontade, é possível ir afastando até eliminar os pensamentos que causam infelicidade e que geralmente estão relacionados àquilo que falta em nossa vida, às perdas, às decepções. Somente assim é possível abrir espaço para pensamentos de esperança, sonhos, projetos, gratidão e fé.</p>



<p>Temos pouco controle sobre as circunstâncias nas quais nascemos ou nas quais estamos envolvidos. Fatalidades, decepções, traições, doenças e perdas fazem parte da dinâmica da vida e acontecem. Às vezes, temos toda ou pelo menos parte da culpa e responsabilidade, ou não. Isso não importa, pois o que já aconteceu, aconteceu.</p>



<p>Aliás, enquanto a palavra <em>bessimchá</em> está relacionada ao estado de felicidade, a palavra <em>simchá</em> está relacionada a alegria. E ela é composta das mesmas letras da palavra <em>shemachá</em> cujo significado está relacionado a “apagamento” ou “rasura”, conforme ensinam os mesmos estudiosos, Kalmenson e Abraham (op. cit, pag. 23).</p>



<p>Da mesma maneira que <em>simchá</em> e <em>shemachá</em> estão relacionadas, para a alegria brotar, é necessário ter sob controle os pensamentos sobre o passado, com suas perdas, derrotas e momentos ruins. É impossível estar com a mente cheia de pensamentos e de lembranças infelizes e ao mesmo tempo desfrutar de alegria.</p>



<p>No Caibalion ensina-se como um dos sete princípios herméticos o mentalismo, com a seguinte máxima: “<em>O todo é mente; o Universo é mental</em>”. E existe uma famosa citação atribuída a Platão que caminha nesse mesmo sentido: “<em>A realidade é criada pela mente. Nos é possível mudar a nossa realidade ao mudar a nossa mente</em>”.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>&#8220;<em>A realidade é criada pela mente. Nos é possível mudar a nossa realidade ao mudar a nossa mente</em>&#8220;</p><cite>Platão</cite></blockquote></figure>



<p>Já Paulo Coelho, certa vez, escreveu que “Esperar é doloroso. Esquecer é doloroso. Mas não saber o que fazer é o pior tipo de sofrimento”.</p>



<p>Então, se a felicidade não está relacionada às circunstâncias externas, mas aos pensamentos que se alojam em nossa mente e refletem na nossa maneira de agir, reagir e encarar a vida, e considerando que somos senhores de nossos pensamentos, se em algum momento perdemos as rédeas deles, o que devemos fazer para não prolongar o sofrimento é nos esforçarmos em retomar o controle daquilo que vagueia pela nossa mente e lutarmos para manter apenas aqueles que de fato serão úteis para nos ajudar a alcançar o lugar de felicidade e bem estar que almejamos.</p>
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		<title>Olhe para dentro</title>
		<link>https://henriquelimaescritor.com.br/olhe-para-dentro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 23:20:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A jornada do advogado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a experiência de ter estagiado com diferentes perfis de profissionais, analisando os resultados que cada um alcançava, refleti sobre minha própria condição. Primeiramente, como um bom virginiano, classifiquei meus dois primeiros tutores como “técnicos” e o terceiro como “comercial”. Os técnicos com alta qualidade jurídica, porém padecendo com a falta de clientes. O comercial, com incrível habilidade de relacionamento, mas com qualidade mediana. Avaliei ainda o estilo de vida de cada um. Os técnicos com tendência a ficarem mais isolados, realizando leituras, elaborando petições primorosas. Um silêncio absoluto reinando em seus escritórios. O comercial sempre envolto com gente, barulho, conversas, eventos. Ele também lia, mas focado em ementários de jurisprudência, ou seja, focado no prático. Ele me dizia: “Filho, a petição precisa ter os fatos bem descritos e o básico de fundamentação jurídica. O restante é com o juiz.” Ele ainda gostava de citar o brocárdio jurídico “Da mihi factum, dabo tibi ius” (Dá-me os fatos que lhe darei o Direito). Então, analisei sobre com qual perfil eu era mais parecido: o técnico ou o comercial? Evidentemente, o técnico. Minha tendência natural é de me isolar, de ficar recluso lendo. Amo elaborar petições, estudar temas complexos, ensinar, escrever. E é legal saber qual seu perfil, pois evita alguns sofrimentos. Alguns anos mais tarde, quando eu era bem ativo na igreja, por algum tempo fui líder de célula, discipulador de membros e responsável pelo ministério de resgate dos membros que estavam afastados. Até fiz tudo isso bem feito, mas nada [&#8230;]</p>
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<p>Com a experiência de ter estagiado com diferentes perfis de profissionais, analisando os resultados que cada um alcançava, refleti sobre minha própria condição.</p>



<p>Primeiramente, como um bom virginiano, classifiquei meus dois primeiros tutores como “técnicos” e o terceiro como “comercial”. Os técnicos com alta qualidade jurídica, porém padecendo com a falta de clientes. O comercial, com incrível habilidade de relacionamento, mas com qualidade mediana. Avaliei ainda o estilo de vida de cada um. Os técnicos com tendência a ficarem mais isolados, realizando leituras, elaborando petições primorosas. Um silêncio absoluto reinando em seus escritórios. O comercial sempre envolto com gente, barulho, conversas, eventos. Ele também lia, mas focado em ementários de jurisprudência, ou seja, focado no prático. Ele me dizia: “Filho, a petição precisa ter os fatos bem descritos e o básico de fundamentação jurídica. O restante é com o juiz.” Ele ainda gostava de citar o brocárdio jurídico “Da mihi factum, dabo tibi ius” (Dá-me os fatos que lhe darei o Direito).</p>



<p>Então, analisei sobre com qual perfil eu era mais parecido: o técnico ou o comercial? Evidentemente, o técnico. Minha tendência natural é de me isolar, de ficar recluso lendo. Amo elaborar petições, estudar temas complexos, ensinar, escrever. E é legal saber qual seu perfil, pois evita alguns sofrimentos. Alguns anos mais tarde, quando eu era bem ativo na igreja, por algum tempo fui líder de célula, discipulador de membros e responsável pelo ministério de resgate dos membros que estavam afastados. Até fiz tudo isso bem feito, mas nada realmente me atraia. Até que me afastei de tudo isso e me envolvi com o ministério de ensino. Eu preparava as aulas que queriam ministradas nas células, eu lecionava na escola bíblica quando o pastor principal estava ausente. Ministrei alguns seminários específicos. Nisso, meu coração realmente se enchia. Passava facilmente uma noite acordado preparando algum material, mesmo que fosse pedido de última hora.</p>



<p>Acontece que os resultados financeiros dos advogados, pelo menos dos que eu conhecia, que tinham esse perfil, não me atraia. Então, além de ter feito quatro pós-graduações (que na época não era tão acessível quanto hoje), mestrado e iniciado o doutorado (parei durante a pandemia), escrito alguns livros jurídicos – o que faz parte da minha natureza técnica – eu me esforcei em desenvolver as habilidades de relacionamento. Li diversos livros, me coloquei em situações que inicialmente eram desconfortáveis, fiz curso de oratória, de apresentação de alto impacto, de formação de palestrante, de relacionamentos de qualidade, participei de mentorias, hub de negócios, eventos, confrarias entre outros. Tudo para melhorar a capacidade de comunicar o que eu sabia e para conhecer pessoas, criar conexões e aumentar minha rede de contatos.</p>



<p>Hoje eu aprendi a gostar de me socializar, de conhecer gente nova. Chego a dizer que eu preciso estar rodeado de gente para me sentir bem. Mas eu também preciso muito dos meus momentos isolados, lendo e escrevendo para recarregar minhas baterias. Então, não consigo ficar apenas numa ou noutra condição. Por isso, atualmente considero que eu tenho o perfil misto, tanto técnico como comercial.</p>



<p>Outro dia, um conhecido perguntou se eu fosse ele o que eu faria para alavancar a carreira. Ele é uma das pessoas mais hábeis em relacionamento que eu conheço. Naturalmente simpático. Conhece todo mundo. Todos gostam dele. Está sempre em lugares de networking. Então, para mim foi evidente. Sugeri que ele procurasse onde, no mundo tinha os melhores cursos de alta performance técnica na área dele, finanças. Pois o conhecimento que possuía era apenas mediano, porque havia concluído somente a graduação e não era muito adepto de leituras e de estudar. Falei para ele que se além de bom nos relacionamentos ele também se tornasse referência técnica em finanças, seria imbatível. Porém, como eu já imaginava, apenas ouviu o que eu disse e não o fez. Não é fácil para quem tem um talento natural para um aspecto (técnico ou comercial), querer e de fato se empenhar em desenvolver aquilo que falta.</p>



<p>Na advocacia, desenvolver essas duas habilidades é de extrema importância. Se for um exímio conhecedor de alguma área do direito e não souber comunicar o conhecimento que tem, se relacionar com pessoas e vender seu serviço, a maior probabilidade é que acabe por trabalhar para outra pessoa. Então, pelo menos que encontre um sócio que complete nessa carência. Por outro lado, se for um grande “comercial”, mas com baixa qualidade técnica, ficará limitado a causas de baixa complexidade ou sempre dependerá do suporte de alguém mais qualificado. Uma e outra situação não são boas e, regra geral, implicam grandes limitações ao desenvolvimento profissional e ao sucesso financeiro.</p>
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		<title>Observe o entorno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 22:25:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A jornada do advogado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Certa vez, José Saramago escreveu que “aprender com as experiencias dos outros é menos penoso do que aprender com a própria” e eu considero que essa é uma habilidade que demonstra sabedoria de quem a possui. Para consegui-la algumas atitudes são necessárias, primeiramente uma boa dose de humildade. É preciso entender que de todas as pessoas e situações podemos extrair lições, tanto daquilo que podemos tentar fazer igual, como do que devemos evitar em nossas vidas. Além disso, é necessário manter algum grau de introspecção. Não estou dizendo que precisa ser uma pessoa introspectiva, mas que seja atento ao que acontece no entorno de sua vida. O advogado com o qual fiz estágio do início do terceiro semestre até montar meu escritório de advocacia, Dr. João, foi uma lição interessante. Ele tinha um escritório com cerca de vinte pessoas e eu comecei estagiando meio período, na parte da manhã, porém eu gostava tanto daquele lugar e das oportunidades que me proporcionavam que mesmo fora do horário normal eu fazia questão de ir para lá. Passei muitos sábados inteiros e domingos pela manhã com ele. Ele rascunhava as petições à mão ou na máquina de escrever e eu as digitava no computador. Tinha grande liberdade para melhorar e incrementar as petições. Como ele não era tão bom de gramática, ficava feliz com o que eu fazia. Além disso, recheava as peças de ementas mais atualizadas do que as que ele citava. Mas entendo que meu grande diferencial naquele estágio foi que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Certa vez, José Saramago escreveu que “aprender com as experiencias dos outros é menos penoso do que aprender com a própria” e eu considero que essa é uma habilidade que demonstra sabedoria de quem a possui. Para consegui-la algumas atitudes são necessárias, primeiramente uma boa dose de humildade. É preciso entender que de todas as pessoas e situações podemos extrair lições, tanto daquilo que podemos tentar fazer igual, como do que devemos evitar em nossas vidas. Além disso, é necessário manter algum grau de introspecção. Não estou dizendo que precisa ser uma pessoa introspectiva, mas que seja atento ao que acontece no entorno de sua vida.</p>



<p>O advogado com o qual fiz estágio do início do terceiro semestre até montar meu escritório de advocacia, Dr. João, foi uma lição interessante. Ele tinha um escritório com cerca de vinte pessoas e eu comecei estagiando meio período, na parte da manhã, porém eu gostava tanto daquele lugar e das oportunidades que me proporcionavam que mesmo fora do horário normal eu fazia questão de ir para lá. Passei muitos sábados inteiros e domingos pela manhã com ele. Ele rascunhava as petições à mão ou na máquina de escrever e eu as digitava no computador. Tinha grande liberdade para melhorar e incrementar as petições. Como ele não era tão bom de gramática, ficava feliz com o que eu fazia. Além disso, recheava as peças de ementas mais atualizadas do que as que ele citava.</p>



<p>Mas entendo que meu grande diferencial naquele estágio foi que enquanto muitas pessoas se limitavam a criticá-lo devido a desorganização financeira e administrativa de seu escritório, o que era real, eu procurei extrair o que ele tinha de bom. Enquanto os outros dois escritórios nos quais eu havia estagiado sofriam com escassez de clientes, apesar de serem bastante organizados, o escritório do Dr. João quase sempre tinha fila de pessoas aguardando para serem atendidas e as pessoas geralmente queriam falar com ele.</p>



<p>O segredo dele era a qualidade no atendimento aos clientes. Logo depois que entrei no escritório, ele deve ter gostado de mim e pedia para eu ficar na sala dele datilografando a parte dos “fatos” das petições enquanto ele atendia os clientes. Pude observar como ele era simpático e atencioso com as pessoas. Dedicava um bom tempo para conversar sobre outros assuntos antes de entrar na necessidade jurídica específica. As pessoas saíam dali se sentindo como se fosse o melhor amigo do Dr. João. E isso não era falso da parte dele. Ele gostava de pessoas ao seu redor. Nunca estava sozinho e eu me aproveitei disso, sempre que podia, fazia questão de acompanhá-lo em associações, clientes ou qualquer outro evento que ele fosse convidado.</p>



<p>Além disso, o Dr. João estava sempre lendo ementários de jurisprudência sobre os mais diversos temas. Ele não era um advogado de uma área apenas. Sobre qualquer assunto jurídico ele tinha um com conhecimento. Dizia para mim que quando o cliente vem para uma consulta você nunca sabe para que lado a conversa vai e algo que começa com um divórcio pode terminar num assunto sobre disputa de terras. Por isso, a importância de ter “cosmovisão jurídica”, ele sempre repetia isso.</p>



<p>Depois de um tempo, ele passou a me chamar até mesmo de filho e me apresentar para algumas pessoas assim, brincando, é claro, mas alguns acreditavam ser verdade. Hoje percebo que de todas as pessoas que por lá passaram, acredito que apenas eu de fato consegui extrair a essência daquilo que ele tinha de maior dom e habilidade: saber realizar um bom atendimento e ter um bom conhecimento jurídico sobre diversos temas.</p>



<p>No livro de Provérbios, há uma passagem que diz: o escravo sábio mandará no filho que envergonhou o pai e também receberá uma parte da herança (Pr. 17:2). Em outro livro já escrevi sobre essa pérola de sabedoria. Considero que o escravo sábio é aquele que de fato aprende o que seu patrão tem de melhor. O melhor que alguém bem-sucedido tem não é e nunca foi o dinheiro ou o patrimônio, mas a mentalidade. A forma de pensar e de agir. De algumas pessoas, o ideal é aprender para fazer o contrário, mas, de outras, aprender para fazer igual e até aprimorar.</p>



<p>Se de fato você quer atingir resultados excepcionais em sua vida profissional, o caminho não é ficar observando e desejando o estilo de vida daqueles que já atingiram o lugar que você um dia quer estar. Talvez alguns deles até já se perderam com distrações que surgem no meio do caminho. Mas precisa tentar entender como pensavam, viviam e agiam antes de romper. Antes de saírem do lugar mediano para a alta performance. Por isso, ler biografia, autobiografia, autoajuda e livros parecidos são de grande importância. Eu não tenho preconceito quanto a isso, porque existe muita coisa boa disponível, com ensinamentos práticos.</p>
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		<title>Se você tiver a mentalidade e as atitudes corretas, vai dar certo.</title>
		<link>https://henriquelimaescritor.com.br/se-voce-tiver-a-mentalidade-e-as-atitudes-corretas-vai-dar-certo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 19:26:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A jornada do advogado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem estive em reunião com um colega advogado, Dr. Augusto, que atua em estruturação jurídica de investimentos no exterior. Foi a segunda vez que o encontrei, dessa vez no escritório dele e tomei a liberdade de perguntar como foi sua jornada até aquele ponto, pois era evidente que possui grande sucesso profissional e financeiro. Aliás, na primeira vez que o encontrei, isso já ficou nítido, porque foi numa reunião que ele organizou num restaurante de alto padrão em São Paulo, com cerca de doze pessoas, entre elas vice-presidente de banco e outras figuras famosas do meio empresarial. Então, pelo networking dele, já percebi que se tratava de alguém diferenciado. Certa vez li que geralmente as pessoas gostam quando perguntamos sobre sua história e com o Dr. Augusto não foi diferente. Prontamente e com muito entusiasmo contou sobre sua trajetória até ali. Era piloto da Força Aérea brasileira, porém estava insatisfeito com o rumo de sua vida financeira. Então, resolveu voar em outros ares. Decidiu fazer outra faculdade e por exclusão optou por direito. Fez concurso para um Tribunal de Justiça e permaneceu alguns anos como assessor de um magistrado. Esse, por gostar de seu trabalho e notar sua dedicação e capricho, incentivava o Dr. Augusto a realizar concurso para magistratura. Ele até considerou esse caminho, mas por verificar o resultado financeiro que alguns advogados conseguiam e por acreditar no próprio potencial, resolveu empreender na advocacia. Pediu exoneração e começou a advogar inicialmente para os próprios colegas do serviço público, contudo, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>Ontem estive em reunião com um colega advogado, Dr. Augusto, que atua em estruturação jurídica de investimentos no exterior. Foi a segunda vez que o encontrei, dessa vez no escritório dele e tomei a liberdade de perguntar como foi sua jornada até aquele ponto, pois era evidente que possui grande sucesso profissional e financeiro. Aliás, na primeira vez que o encontrei, isso já ficou nítido, porque foi numa reunião que ele organizou num restaurante de alto padrão em São Paulo, com cerca de doze pessoas, entre elas vice-presidente de banco e outras figuras famosas do meio empresarial. Então, pelo networking dele, já percebi que se tratava de alguém diferenciado.</p>



<p>Certa vez li que geralmente as pessoas gostam quando perguntamos sobre sua história e com o Dr. Augusto não foi diferente. Prontamente e com muito entusiasmo contou sobre sua trajetória até ali.</p>



<p>Era piloto da Força Aérea brasileira, porém estava insatisfeito com o rumo de sua vida financeira. Então, resolveu voar em outros ares. Decidiu fazer outra faculdade e por exclusão optou por direito. Fez concurso para um Tribunal de Justiça e permaneceu alguns anos como assessor de um magistrado. Esse, por gostar de seu trabalho e notar sua dedicação e capricho, incentivava o Dr. Augusto a realizar concurso para magistratura. Ele até considerou esse caminho, mas por verificar o resultado financeiro que alguns advogados conseguiam e por acreditar no próprio potencial, resolveu empreender na advocacia. Pediu exoneração e começou a advogar inicialmente para os próprios colegas do serviço público, contudo, não parou de estudar, buscar novos caminhos, se relacionar e a história foi acontecendo.</p>



<p>Certa vez um amigo dele perguntou se poderia ajudar com um investimento que ele queria realizar nos Estados Unidos. Ainda não tinha o conhecimento necessário. Então, esse foi um ponto crucial de sua carreira. Poderia ter desperdiçado a oportunidade, mesmo porque estava envolvido com outras atividades, mas não foi isso que fez. Como gosta de aprender coisas novas e se interessou pelo desafio, pesquisou, estudou e aprendeu o que precisava naquele momento. Após isso, outros clientes surgiram e hoje chegou aonde está.</p>



<p>O que quero comunicar com essa breve história?</p>



<p>Que não existe uma regra ou um caminho único para o sucesso. O que existem são características que você precisa ter ou desenvolver para alcançar altos resultados.</p>



<p>Aliás, minha história foi bem diferente dessa que contei.</p>



<p>Desde muito cedo quis ser advogado. Até recentemente eu não sabia por que havia escolhido essa profissão, mas outro dia acredito que descobri o motivo da escolha. Por volta dos quatorze anos de idade meu pai começou me levar para ajudar no escritório de factoring e negócios dele. Eu ficava na recepção, atendia telefone, anotava recados e preenchia fichas de clientes. Me lembro que de vez em quando ele recebia no escritório dois advogados que o atendiam e sempre havia grande reverência, elogios e amistosidade. Falava orgulhosamente que eram o Doutor Clineu e o Doutor Jaime. Acredito que esse tratamento especial ficou bem gravado em mim e como um jovem desejoso de agradar e ter a estima do pai, entendi que a advocacia era o caminho.</p>



<p>Definido o alvo, todas minhas escolhas foram coerentes. Não tive segunda ou terceira opção de curso para a graduação. Era direito ou direito. Desde o primeiro dia de aula estagiei em escritório de advocacia. Fiz curso de oratória, redação e tudo o mais que eu entendia ser necessário para a profissão. Nunca fiz e nem pensei em fazer concurso ou em trabalhar fora da advocacia. Formei, passei na primeira prova da OAB – Ordem dos Advogados do Brasil, peguei a “vermelhinha” e cerca de quatro meses depois aluguei uma sala e montei meu próprio escritório.</p>



<p>Contudo, durante muito tempo acreditei que havia alcançado um lugar de algum destaque por conta desse objetivo claro e definido que eu tinha, mas hoje entendo que não, pois, como relatei acima, existem pessoas em situação tão bem quanto ou ainda melhor e que trilharam trajetória bastante diferente.</p>



<p>Sei que advogados que hoje são muito bem-sucedidos e que já foram pipoqueiro, juíz, fotógrafo, militar, empresário, bancário, médico.</p>



<p>Eu não sei a situação em que sua vida profissional se encontra hoje, mas tenho certeza de que isso é irrelevante, porque se está vivo e lendo este texto é porque tem vontade de melhorar sua situação, então, com a mentalidade e atitudes corretas, é possível.</p>
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		<title>Ataques a creches e escolas – Onde está Deus?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 09:02:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e Fé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Minhas maiores dificuldades em entender os caminhos de Deus surgem quando tenho notícias de tragédias envolvendo crianças, refiro-me tanto a atos criminosos como também a doenças graves e incuráveis. No Brasil, apenas entre os anos de 2019 e 2023 foram 11 ataques a escolas e creches, com várias crianças mortas. Tragédias dessas me fazem questionar: “onde estava Deus?”. Quando acontecem com pessoas adultas, é fácil ter o pensamento de que talvez ela tenha merecido, talvez tenha feito algo injusto, talvez mais um monte de outras possibilidades que podemos conjecturar, sempre tentando encaixar os caminhos divinos em nosso senso de justiça. Porém, quando quem sofreu foi uma criança, o que justifica? A meu ver, nada. Para mim, a única maneira de conciliar o sofrimento de crianças com a bondade e onipotência de Deus é tirando os olhos de nossa existência terrena e mirando a realidade espiritual. Para entender meu ponto de vista, primeiro é necessário firmar algumas premissas: &#8211; existe um Deus todo-poderoso; &#8211; existe uma realidade espiritual; &#8211; existe uma vida espiritual após a morte de nosso corpo material. A partir dessas bases, devemos considerar que por mais longa que seja a existência terrena, ela é praticamente irrelevante quando comparada com a duração da existência espiritual. Ainda que vivamos 120 anos aqui neste planeta, é quase nada diante da eternidade. Então, qualquer sofrimento que for experimentado aqui, mesmo que prolongado sob a ótica humana, é apenas uma “leve e momentânea tribulação”, como disse o Apóstolo Paulo (2 Coríntios 4:17). Quem [&#8230;]</p>
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<p>Minhas maiores dificuldades em entender os caminhos de Deus surgem quando tenho notícias de tragédias envolvendo crianças, refiro-me tanto a atos criminosos como também a doenças graves e incuráveis. No Brasil, apenas entre os anos de 2019 e 2023 foram 11 ataques a escolas e creches, com várias crianças mortas. Tragédias dessas me fazem questionar: “onde estava Deus?”.</p>



<p>Quando acontecem com pessoas adultas, é fácil ter o pensamento de que talvez ela tenha merecido, talvez tenha feito algo injusto, talvez mais um monte de outras possibilidades que podemos conjecturar, sempre tentando encaixar os caminhos divinos em nosso senso de justiça. Porém, quando quem sofreu foi uma criança, o que justifica? A meu ver, nada.</p>



<p>Para mim, a única maneira de conciliar o sofrimento de crianças com a bondade e onipotência de Deus é tirando os olhos de nossa existência terrena e mirando a realidade espiritual.</p>



<p>Para entender meu ponto de vista, primeiro é necessário firmar algumas premissas:</p>



<p>&#8211; existe um Deus todo-poderoso;</p>



<p>&#8211; existe uma realidade espiritual;</p>



<p>&#8211; existe uma vida espiritual após a morte de nosso corpo material.</p>



<p>A partir dessas bases, devemos considerar que por mais longa que seja a existência terrena, ela é praticamente irrelevante quando comparada com a duração da existência espiritual. Ainda que vivamos 120 anos aqui neste planeta, é quase nada diante da eternidade. Então, qualquer sofrimento que for experimentado aqui, mesmo que prolongado sob a ótica humana, é apenas uma “leve e momentânea tribulação”, como disse o Apóstolo Paulo (2 Coríntios 4:17).</p>



<p>Quem já sofreu algo ou acompanhou de perto alguém sofrendo, sabe que não é tão fácil assim, pois parece que quanto maior o sofrimento, mais o tempo demora passar. Mas, se somos de fato cristãos, precisamos crer em Sua palavra e nos confortarmos em suas promessas.</p>



<p>É também o Apóstolo Paulo quem diz que “Deus não é injusto” (Hebreus 6:10). Então, a partir disso, devemos estar firmes na fé de que todo sofrimento será reparado, ainda que seja apenas quando partirmos deste mundo e retornamos à vida espiritual, pois existe uma divina providência que rege tudo neste mundo. Assim, aqueles que praticaram o mal receberão a devida “recompensa”, pois está escrito: “O qual retribuirá a cada homem segundo seus atos” (Romanos 2:6).</p>



<p>Para os pais, familiares e amigos próximos, o sofrimento é mais duradouro, pois os desdobramentos emocionais são imensuráveis. Cada um reage de uma forma peculiar. Alguns, após um difícil período de luto, conseguirão se reerguer e continuar a vida, apesar de que nunca esquecerão as cicatrizes. Outros, infelizmente, talvez nunca se recuperem. Para todos esses, é necessário se apegar ao fato de que Deus não é injusto e que nada fica sem a devida reparação. Então, toda dor que injustamente suportaram, será reparada, nesta ou na próxima vida.</p>



<p>Para a sociedade acontecimentos chocantes como esses devem servir como um despertamento contra a indiferença, a ganância, o individualismo. Eventos dessa magnitude reverberam em muitas e muitas vidas. Estive numa reunião de negócios em que um empresário comentou que quando teve conhecimento do ocorrido na creche em Blumenau-SC percebeu que seus problemas eram irrelevantes e agradeceu a Deus por sua vida.</p>



<p>Não é a intenção de Deus que as pessoas se tornem más, pois apesar de nos dar a opção de escolher por um ou outro caminho, Ele anseia que escolhamos o bem. Quando nos entregou sua Lei, lá no Monte Sinai, há cerca de 3.250 anos, disse: “Eu lhes dou a oportunidade de escolherem entre a vida e a morte, entre a benção e a maldição. Escolham a vida, para que vocês e os seus descendentes vivam muitos anos.” (Deuteronômio 30:19-20). Mas, se mesmo assim alguns escolhem o caminho do mal, será retribuído pelo que fez. Quanto aos que foram vítimas diretas ou indiretas, resta a certeza de que há um Deus reparador, cujo Filho nos disse: “Bem-aventurados os que choram, pois serão consolados” (Mateus 5:4).</p>



<p>Por mais difíceis que algumas tragédias sejam, precisamos tentar manter nosso coração conectado com o Eterno e ter a inabalável fé de que Ele cuida de cada um de nós e de que não há injustiça sem reparação.</p>
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		<title>Páscoa, lição de fé, obediência e esperança no empreendedorismo</title>
		<link>https://henriquelimaescritor.com.br/pascoa-licao-de-fe-obediencia-e-esperanca-no-empreendedorismo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Apr 2023 12:51:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e Fé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O período de Páscoa é excelente oportunidade para refletir sobre seu significado para nossas vidas e para nossos negócios. A primeira páscoa foi celebrada num ambiente de muita dificuldade, medo e ansiedade com o que viria a acontecer. O povo hebreu estava escravizado no Egito já fazia cerca de 430 anos e Moisés estava enfrentando a maior autoridade política da época, o faraó. Após nove pragas enviadas para persuadir o faraó a deixar o povo hebreu, haveria o castigo final, que seria a morte dos primogênitos de todas as casas que não estivessem com o selo da proteção divina. Os hebreus deveriam sacrificar um cordeiro e aspergir seu sangue nos umbrais das portas, para que a morte ali não acontecesse. Olhando em perspectiva, por já sabermos o resultado, é fácil ficar confortável com a situação, mas eles não sabiam o que e como realmente tudo aconteceria. Apenas lhes restava obedecer e confiar. A ansiedade deve ter sido esmagadora. Porém, a salvação aconteceu e o restante da história todos sabemos. A partir de então, passou-se a celebrar esse incrível acontecimento, conhecido como Páscoa, ou, em hebraico transliterado: Pesach. Que significa “passar adiante”. O apóstolo Paulo ensina que as coisas passadas foram sombras do que haveria de vir. Então, milhares de anos após essa primeira Páscoa, aconteceu a verdadeira e definitiva, que foi o evento da crucificação e ressureição de Jesus, o Cristo enviado por Deus para salvação de todos os que creem, nutrindo-nos esperança num futuro melhor. Desse magnânimo evento, podemos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O período de Páscoa é excelente oportunidade para refletir sobre seu significado para nossas vidas e para nossos negócios.</p>



<p>A primeira páscoa foi celebrada num ambiente de muita dificuldade, medo e ansiedade com o que viria a acontecer. O povo hebreu estava escravizado no Egito já fazia cerca de 430 anos e Moisés estava enfrentando a maior autoridade política da época, o faraó. Após nove pragas enviadas para persuadir o faraó a deixar o povo hebreu, haveria o castigo final, que seria a morte dos primogênitos de todas as casas que não estivessem com o selo da proteção divina. Os hebreus deveriam sacrificar um cordeiro e aspergir seu sangue nos umbrais das portas, para que a morte ali não acontecesse.</p>



<p>Olhando em perspectiva, por já sabermos o resultado, é fácil ficar confortável com a situação, mas eles não sabiam o que e como realmente tudo aconteceria. Apenas lhes restava obedecer e confiar. A ansiedade deve ter sido esmagadora. Porém, a salvação aconteceu e o restante da história todos sabemos. A partir de então, passou-se a celebrar esse incrível acontecimento, conhecido como Páscoa, ou, em hebraico transliterado: <em>Pesach</em>. Que significa “passar adiante”.</p>



<p>O apóstolo Paulo ensina que as coisas passadas foram sombras do que haveria de vir. Então, milhares de anos após essa primeira Páscoa, aconteceu a verdadeira e definitiva, que foi o evento da crucificação e ressureição de Jesus, o Cristo enviado por Deus para salvação de todos os que creem, nutrindo-nos esperança num futuro melhor.</p>



<p>Desse magnânimo evento, podemos extrair lições úteis para a vida empresarial: fé, obediência e esperança em meio a cenários difíceis.</p>



<p>Se existe algo que não falta aos empreendedores é fé. Impossível ser diferente, pois empreender sujeito a uma carga tributária surreal, burocracia incompreensível, concorrência brutal e uma sociedade em constante mudança, só com muita fé e paixão. A obediência aos próprios princípios, valores e visão de negócio deve ser constante. Já esperança também é marca do empresário, que acredita, se prepara, se esforça e investe na expectativa de um futuro melhor, tanto para seu negócio como para a sociedade em geral.</p>



<p>O Livro de Provérbios diz que “<em>A esperança que se realiza satisfaz e alegra a alma</em>” (13:19, KJA). Na primeira páscoa, a esperança foi pela libertação da escravidão. Em Jesus, foi a expectativa de sua ressureição que possibilita a vida eterna. No cotidiano do empreendedorismo, a esperança está em ver seus esforços frutificados num negócio saudável, rentável e relevante para si mesmo e para toda a sociedade, pois “<em>a mão dos diligentes enriquece</em>” (Pv. 10:4).</p>
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